Curiosidades

Publicado em março 7th, 2018 | por Instacarro

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Venda de carros — Um panorama do mercado brasileiro

Carro é uma das paixões do brasileiro e disso não tem como fugir. Por essas e outras, vender carro não é uma tarefa tão difícil, já que a grande maioria sonha em ter um modelo na garagem e se deslocar com mais facilidade. Entretanto, se a compra foi uma coisa fácil há alguns anos, o cenário passou por algumas mudanças e hoje é um pouco diferente.

Em um primeiro momento, o consumo foi diretamente impactado pelo corte de incentivos fiscais feito pelo Governo nos últimos anos. Isso significa que ele parou de subsidiar muitas facilidades, como redução de impostos e taxa de juros. Somado a isso, muitas pessoas também apostam em novos modelos de locomoção com comodidade, por meio de soluções como Uber e Cabify.

Se você quer entender qual é o panorama atual depois de todas as mudanças, então está no lugar certo. Leia esse post completíssimo e fique por dentro do assunto!

Venda de carros

Como adiantamos, vender carro é uma atividade que passou por muitas transformações recentemente. Por muitos anos, a compra de veículos novos apresentou queda contínua — o que é muito natural, se considerarmos a crise enfrentada pelo país.

Nesse tempo, muitas montadoras demitiram milhares de funcionários, trabalharam em regime de escala ou até mesmo deram férias coletivas. Como você deve imaginar, todas essas medidas refletiam tentativas de manter o negócio saudável e lucrativo.

As boas notícias começaram a acontecer em 2017. Depois de 4 anos consecutivos de queda, a venda de veículos novos subiu — um resultado um tanto quanto significativo. Apenas nesse ano foram emplacados mais de 2 milhões de automóveis.

Essa mudança também tem uma relação direta com o estado econômico do país. Depois de muito tempo “no fundo do poço”, 2017 foi um marco em que o Brasil conseguiu retomar o crescimento.

Seguindo esse movimento, o país conseguiu controlar a inflação e reduzir a taxa de juros, uma combinação que se revela muito atraente para quem sonha em trocar de carro ou adquirir um modelo.

A recuperação depois de 10 anos

Por mais que o cenário dê sinais convincentes de melhora, o país retomou em 2017 o estágio que estava em 2007. Isso representa que passamos por um período de 10 anos de dificuldades muito significativas para o setor automotivo.

O mercado de modelos 0 km ainda está um pouco abaixo que os patamares de 2007, mas os outros segmentos compensam, como os novos e seminovos.

Os queridinhos do país

Entre os modelos campeões de venda, ou seja, os queridinhos do país, não poderíamos deixar de citar o Chevrolet Onix. Ele foi o modelo 0 km mais vendido em 2017 (e isso pelo terceiro ano seguido). O segundo colocado é o HB20, da Hyunday.

Outro ponto importante é que a Chevrolet se manteve como a principal marca do mercado nacional, com participação de 18%. Ela foi seguida pela Fiat (13,4%) e Volkswagem (12,5%).

Venda de carros online

Foi-se o tempo em que as pessoas iam às lojas todas as vezes que queriam saber algum detalhe sobre determinado veículo. Hoje em dia, grande parte do processo acontece no meio digital, um modelo que ganhou muito espaço e promete ter cada vez mais força!

É isso mesmo: a maioria dos detalhes de compra são negociados pela internet e muitas vezes o consumidor vai à loja apenas para uma rápida checagem do estado do veículo. Tudo isso apenas para fechar o negócio, pois os outros detalhes já foram acordados.

E tem mais: em alguns casos, a compra até mesmo se efetiva no meio online, sem que o cliente tenha sequer analisado o modelo antes de pagar por ele. Com o objetivo de trabalhar com a confiança do cliente, alguns lugares já fazem a comercialização dos carros 100% online.

O papel transformador da internet

Não tem como fugir: a internet chegou alterando muitos processos e não seria diferente na atividade de comprar e vender carro. Hoje, a grande maioria dos clientes se dirige à loja tendo noções claras do modelo que quer e quanto vai ter que desembolsar por ele.

Seja no site oficial das montadoras ou em alguma outra plataforma de confiança, essa é uma forma de levar a negociação para outro patamar. Pense que pode ser bem mais fácil customizar o modelo, adiantar questões burocráticas e vários outros fatos.

Além disso, a comunicação entre o vendedor e comprador é facilitada, pois os meios digitais tornam isso bem mais simples.

Cuidados a tomar

Se você é do time de pessoas que fariam esse tipo de transação online, é bom saber que esse é um ótimo caminho, mas é legal tomar alguns cuidados. A primeira é procurar uma plataforma confiável, pois isso é “meio caminho andado” para se livrar de muita dor de cabeça!

Depois disso, considere fazer uma análise criteriosa com a documentação do veículo. Verifique o nome no documento e recebidos de IPVA dos últimos anos, assim como a cópia de todos os documentos.

Para fechar, guarde um comprovante de compra e uma cópia da documentação de transferência (que deve ser apresentada ao Detran). Tomando esses cuidados, fica bem mais fácil fazer uma escolha acertada na compra de veículos online.

Leilão online

A venda de carros leiloados é uma das maneiras mais comuns e atrativas de comercializar um veículo. Para quem não sabe, esse é um processo comum para muitas pessoas que querem comprar e vender carro, sejam modelos novos e usados.

Se antes o procedimento acontecia presencialmente, hoje a versão online ganhou muita força, pois realiza o mesmo método e você ainda está no conforto da sua casa.

Antes do leilão online para venda de carro começar, é disponibilizado um edital com informações completas dos itens que serão leiloados e as normas. Tudo é bem explicado, pois assim todos os participantes têm clareza na hora de arrematar um veículo.

Mesmo sendo um evento online, ele acontece em um momento específico e conta com um leiloeiro para fazer os anúncios das ofertas. Quem quiser participar, deve estar online para dar os lances e, então, arrematar determinado modelo.

Venda de carros usados

O comércio de carros usados é outro que ganhou muita força recentemente. Como adiantamos, estava mais difícil adquirir um modelo novo, um fato que tornou os usados ainda mais atrativos.

A grande distinção dele para os modelos seminovos é que são um pouco mais antigos. Normalmente o padrão é que ele tenha mais de 4 anos de uso.

O volume de negociação de veículos usados e seminovos no Brasil cresceu consideravelmente em 2017, tudo isso segundo a Fenauto (Federação de Revendedores). Para você ter noção, chegou a ser 6,5% maior que em 2016 (quando o número já era bom) e atingiu mais de 13 milhões de veículos.

Todas as categorias apresentaram crescimento expressivo, mas os modelos mais antigos (aqueles que têm entre 9 e 12 anos de uso) tiveram as maiores altas se comparado com os anos anteriores. Para alguns, isso pode ser representado por pessoas que adquiriram seu primeiro carro agora.

Ainda assim, os modelos “usados jovens”, ou seja, os que têm entre 4 e 8 anos, são os que têm a maior parcela de compra. Sua variação com o ano de 2016 foi de 4,1% e eles representam, sozinhos, mais de 4,5 milhões de veículos — uma parcela um tanto quanto considerável.

A guinada da crise

Para os especialistas da Fenauto, os números começam a resgatar o cenário de normalidade do segmento. Nesse tempo em que ficou um pouco mais difícil adquirir um modelo 0 km, muitas pessoas se sentiram bem atendidas pelos usados e seminovos.

Além disso, como o próprio mercado de veículos novos apresenta recuperação, é natural que todos os outros negócios sejam positivamente atingidos. É isso mesmo: engana-se quem pensa que o impacto é negativo. A retomada das vendas é fundamental para a operação dos demais, pois não se fabrica carro usado. A fabricação dos modelos novos é fundamental justamente para alimentar toda a cadeia de negócio.

Entre os usados e seminovos mais negociados, o grande destaque é para o Volkswagem Gol, líder absoluto com 91.900 unidades. Em seguida, veio o Fiat Uno (com 54.669 unidades) e o Fiat Palio (com 53.915).

O comércio de carros antigos

Uma parte do comércio que foi considerada lucrativa nos últimos anos é o ato de colocar carros antigos à venda. Os modelos que fizeram sucesso e saíram de linha arrebatam o coração de muitos apaixonados.

Vender carro desse tipo tem se firmado como um ótimo negócio, pois muitas dos compradores estão dispostos a pagar preços consideravelmente mais altos por um exemplar (ainda mais quando está em um bom estado de conservação).

Portanto, embora sua parcela ainda não seja muito expressiva, não dá para negar que venha conquistando cada vez mais espaço.

Venda de carros seminovos

Falar de veículos usados se relaciona de forma praticamente automática com os seminovos. Quando estamos falando desse tipo de mercado, não tem muito como fugir, pois eles ainda são os “queridinhos” de qualquer negociação.

Prova disso é que os seminovos foram os mais negociados em 2017, com mais de 5 milhões de unidades — entre eles carros comerciais leves (picapes e furgões), caminhões e ônibus.

Esse cenário é muito natural, pois estamos falando de veículos com, no máximo, 3 anos de uso e, de uma forma geral, com um bom estado de conservação. Não é de se espantar que muitos brasileiros se sintam atraídos por esse tipo de negociação.

O comprador sente que está fazendo um ótimo negócio, pois leva para a casa um veículo em boas condições e com preços bem mais competitivos que os apresentados pelas concessionárias quando o assunto é um modelo novo.

E tem mais: esse tipo de veículo costuma vir com os acessórios incluídos, ou seja, não precisa pagar nenhum valor a mais para desfrutar desses benefícios. É claro que no comércio de seminovos é possível encontrar todo o tipo de carro, mas aqueles que contam com vidros elétricos, por exemplo, podem se destacar por seus diferenciais competitivos.

Perspectivas para 2018

O mercado de seminovos segue animado para o ano. Isso porque as projeções revelam que o crescimento deve ser superior a 10%, uma confiança para um ano que promete ter grandes instabilidades políticas e econômicas com a eleição presidencial.

A boa notícia é que isso não deve afetar tanto, pois a economia vem se descolando dos acontecimentos políticos. Isso sinaliza que as eleições não devem contaminar muito os negócios, passando muita segurança para o setor automotivo.

A expectativa é que o crescimento volte ao patamar de 2 dígitos nos próximos anos, impulsionado pela queda de juros, redução do desemprego e melhorias na situação econômica do país.

Ágio de carros

Se esse intertítulo soa um pouco estranho para você, não precisa se preocupar. Antes de entender o panorama desse segmento, não poderíamos deixar de explicar o que ele representa.

Comprar um carro em ágio é uma peculiaridade e tanta, pois significa que o comprador assume a responsabilidade sobre o parcelamento de um veículo que ainda não foi pago completamente.

É bem provável que você conheça ou já tenha escutado de alguém que acabou se envolvendo em um financiamento e, depois de alguns meses, não conseguiu manter os pagamentos em dia, certo?

Isso pode acabar se transformando em uma tremenda bola de neve, o que faz com que muitos deles “revendam” o financiamento por uma parte do valor que já foi pago. Nesse caso, o comprador costuma pagar um valor (de entrada) e acaba assumindo o resto da dúvida. Essa modalidade pode ser aplicada em vários tipos de negócios, mas é muito comum na compra de carros.

Esse negócio pode, sim, ser muito lucrativo, mas envolve muitos cuidados. Como a dívida é legalmente assumida por uma nova pessoa, é fundamental analisar bem o contrato para não cair em nenhuma cilada. Lembre que os termos costumam continuar valendo segundo o antigo negociador fez!

O mercado de carros com ágio

Como o vendedor costuma estar bem interessado em se livrar da dívida, esse pode ser um bom momento para fazer um ótimo negócio. A pressa do dono em se desfazer do veículo faz com que o valor seja bem abaixo do negociado — o que é um prato cheio para bons negociadores.

Ainda assim, para que qualquer pessoa abra mão de um negócio para se livrar de uma dívida, pode ser que esse parcelamento tenha sofrido algumas complicações, como atrasos e multas.

Para fazer um bom negócio, é fundamental entender muito dele e ter agilidade no processo. Como a análise de um parcelamento pode ser complicada e cheia de cláusulas, é bom tomar cuidado para não assumir uma dívida insustentável e acabar se metendo em uma fria.

Por isso, é bom pesquisar a real situação do financiamento, se existe algum tipo de conflito ou multa, como isso pode se desenrolar e outros aspectos. A boa compra envolve um bom negócio com segurança.

Documento para venda de carros

Vender carro não é um processo tão simples quanto parece. Depois de decidir por um modelo que te agrade e chegar a um valor que seja interessante para as duas partes, partimos para outro ponto: a burocracia da documentação.

Convenhamos: a compra de um carro é importante para qualquer pessoa, mas vender um significa estar antenado com o processo que a transferência do veículo envolve. Para evitar dor de cabeça, é muito importante que o comprador e o vencedor obedeçam aos processos definidos e assim garantam que a documentação estará em dia.

Essa parte do processo envolve um papel importante para as duas partes: a que está comprando e a que está vendendo. Entenda melhor o que considerar nesse tempo:

Certificado de Registro de Veículo (CRV)

Todo automóvel conta com um registro que centraliza todos os dados importantes sobre ele. É como se fosse um panorama desde sua fabricação até sua situação atual (quem foram seus donos, períodos de transição e outros detalhes).

Esse registro fica no RENAVAM (Registro Nacional de Veículos Automotores) e na base de dados do Detran. Isso representa que esses órgãos precisam saber desses detalhes para entender a legalidade do veículo.

Se você não acredita, então é bom saber que esses órgãos são responsáveis por pegar qualquer irregularidade ou até mesmo crimes em que o veículo foi usado. Ou seja, sem essa formalização pode ser que você seja parado em uma blitz e tenha o veículo apreendido.

Por isso, investir na transferência do veículo é a melhor forma de garantir a responsabilidade legal dele a partir de uma data específica. Além disso, ter o veículo no seu nome é a melhor maneira de utilizar outros serviços, como seguros e multas.

Vale lembrar que o CRV é de responsabilidade de comprador do veículo. Algumas revendedoras podem agilizar parte do processo, mas, em caso de compras particulares, tudo que ele deve fazer é assinar o papel, reconhecer firma e avisar uma unidade do Detran sobre a venda.

Data de compra

A comunicação de compra deve ser feita em, no máximo, 30 dias, sinalizando o Detran da nova titularidade. Vale lembrar que o processo não envolve nenhum tipo de custo. O vendedor também deve guardar cópias dos documentos envolvidos, pois essa é uma ótima forma de ter noção de prazos e outros detalhes.

Documentos apresentados no Detran

O Detran estabelece que alguns documentos sejam apresentados — assim como o pagamento de uma taxa de transferência. Veja quais são eles:

  • original e cópia da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) ou documentos equivalentes (RG, CPF, etc)
  • cópias dos comprovantes de residência dos últimos 3 meses em nome do comprador ou outro parente de primeiro grau;
  • o Certificado de Registro do Veículo (CRM) que falamos acima — modelo deve ser original, preenchido pelo proprietário anterior e com firma reconhecida (do vendedor e comprador);
  • original e cópia do Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV) junto com os comprovantes de pagamento do IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores), licenciamento e multas quitadas — é bom lembrar que tudo isso deve ser oferecido pelo proprietário anterior;
  • duas cópias do formulário do RENAVAM;
  • dois decalques do número de chassi do veículo (eles devem ser tirados em etiquetas que serão colocadas no formulário do RENAVAM);
  • certidão de pesquisa do RENAVAM comprovando que não existe nenhum débito administrativo em relação ao veículo — elas podem ser solicitadas em qualquer unidade do Detran sem custo.

Procedimento

Depois de ter todos os documentos em mãos, compareça até uma agência de alguns dos bancos conveniados ao Detran. Lá você faz o pagamento da taxa de transferência — valor que gira em torno de R$185,00, variando de estado para estado.

Feito isso, basta levar o comprovante de pagamento com os outros documentos até a unidade do Detran mais próxima de você. Antes de o processo ser finalizado, uma vistoria precisa ser feita para averiguar se toda a documentação e informações repassadas são verdadeiras.

Contratos para venda de carros

Comprar ou vender carro envolve muita cautela. Um bom contrato ainda é uma das melhores maneiras de se preservar, pois é ele que garante legalmente os combinados que foram feitos.

Para não saber que está caindo em uma cilada, veja aqui alguns pontos que você deve considerar na hora de fazer o seu:

1. Tenha o objeto bem definido

Um contrato de compra ou venda de veículos tem um grande desafio: definir muito bem o que está sendo comercializado. É claro que é um carro, mas é fundamental especificar as condições do veículo para se proteger que o comprador sabia de tudo.

2. Escreva o preço e a forma de pagamento

Esse é outro ponto importante que deve ser contemplado. Como o assunto é um pouco mais sensível, é bom pensar que ele pode ser um foco para conflitos, então, nada melhor que estipular multas e outras penalidades.  

3. Defina um prazo para ser notificado de problemas

A compra de um veículo pode simbolizar certos problemas (e o comprador tem todo o direito de exigir seus direitos). Ainda assim, não faz sentido que ele reclame de alguma coisa um ano depois da compra, certo?

Por isso, estabeleça um prazo para que todos os problemas sejam levantados e a notificação do comprador seja válida. Essa é uma forma de se preservar que um pequeno problema fique muito grande e eleve consideravelmente os custos de manutenção.

4. Fique atento aos detalhes de transferência

Muitos bens costumam ser transferidos no momento da entrega, mas alguns contratos podem não contemplar esse padrão. Fique atento a esse detalhe, pois pode ser que a transferência seja feita apenas no pagamento da última parcela.

5. Contemple os documentos

Alguns documentos são muito importantes em qualquer contrato, então não dê bobeira nesse sentido. Além disso, peça ainda as certidões negativas de multas do Detran.

Se quiser acertar mesmo nesse momento, procure alguém especializado nesse tipo de transação e peça um modelo do contrato. Assim você consegue cercar vários pontos e não se esquecer de nenhum detalhe.

Uma visão do mercado brasileiro

Como você pode perceber, é possível entender um pouco melhor qual é o panorama real do mercado automotivo brasileiro com essas informações. Embora os resultados não tenham sido tão bons nos últimos anos, o que se percebe é que existe uma expectativa otimista para o ano de 2018.

O setor deve continuar movimentado, seja para veículos novos, usados ou seminovos, atingindo também as mais diversas plataformas e maneiras (como venda online, ágio de carros e leilões).

A perspectiva é que o negócio continue se recuperando e fique mais atrativo para fabricantes, concessionárias e comercialização entre Pessoas Físicas. No caso de compras particulares, considere quais seriam os melhores caminhos e plataformas para a comprar e vender carro e torne o processo bem mais simples!

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Sobre o Autor

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