A direção hidráulica é quase unânime nos dias de hoje

28/02/2018 direção hidráulica

Há quem pense que certos equipamentos adicionais dos carros são, na verdade, ítens básicos que estão presentes em todos os modelos. É, provavelmente, o caso da direção hidráulica. Influenciando diretamente no conforto dos motoristas na hora de dirigir, é difícil pensar que alguém abriria mão de possuir esse adicional.

Nos dias de hoje, é comum as montadoras oferecem essa direção nas opções mais básicas dos seus modelos. Por mais que isso possua um gasto a mais para os proprietário, ela, com certeza, faz toda a diferença na hora de dirigir. Para quem já dirigiu um carro antigo, fica nítido o quão duro pode ser uma direção convencional.

Confira o post abaixo e saiba mais sobre o como funciona a hidráulica dessa direção moderna e quais as suas diferenças com o método convencional!

Como funciona a direção hidráulica?

Também chamada de direção assistida, a direção hidráulica foi desenvolvida para ajudar o motorista a reduzir esforços em determinadas situações de manobra. É o chamado volante “molinho”, em que é necessário muito menos força para conseguir virar o volante enquanto trafegando com o carro.

Para quem é curioso quanto às propriedades do carro, saber como funciona a direção hidráulica pode ser interessante. Há um conjunto de variadas peças que são necessários para o correto desempenho dessa direção. Um reservatório de óleo, por exemplo, é necessário, bem como a bomba hidráulica, tubulações com diferentes pressões e outros dispositivos que compõem a direção.

Saiba, desde já, que, para o perfeito funcionamento do sistema, é necessário que o estado de todos os mecanismos esteja, no mínimo, ótimo. Conforme o motorista dirige e mexe no volante, todo o complexo hidráulico é acionado. O maior trabalho, afinal, acaba sendo da bomba e das outras peças, e não necessariamente de quem dirige o automóvel.

Para tornar a direção mole e confortável, a bomba hidráulica trabalha sob alta pressão — sendo, imediatamente, acionada quando o carro é ligado. Caso alguma peça não esteja funcionando de maneira devida, o veículo trabalhará com uma direção convencional reserva.

Diferenças entre a direção convencional e a hidráulica

Por direção convencional entendemos aquela a qual depende única e exclusivamente da força do motorista empregada no volante na hora de realizar um desvio de trajeto. Com isso, uma peça chamada cremalheira é acionada e, como consequência, as rodas do carro têm o seu sentido alterado.

Um método simples e arcaico, mas eficiente. Ao contrário da direção hidráulica, a convencional não permite a perda de potência. Na primeira opção, o sistema depende da ação de um óleo, que exerce a pressão nas peças envolvidas ao mesmo tempo em que o motorista mexer no volante do carro.

Uma direção convencional, no entanto, por mais que não haja a perda de potência, pode ser muita dura em algumas ocasiões específicas. Em casos de necessidade de uma manobra de desvio mais rápida e súbita, um volante duro pode ser a diferença entre sair ileso ou bater o carro, infelizmente.

É por esses e outros motivos de conforto que, atualmente, carros com direção hidráulica são a esmagadora maioria dos modelos disponíveis nas concessionárias.

Cuidados que ajudam a manter a durabilidade da direção hidráulica

Como podemos perceber, o sistema hidráulico depende — e muito — da ação de um fluido contido entre as peças. Nesse sentido, fica evidente a importância da troca de óleo, sendo esse um dos principais cuidados relacionados. No entanto, há alguns outros macetes que é bom o proprietário do carro saber para não passar aperto em um futuro próximo.

Mais importante que trocar o óleo é, também, escolher o fluido certo — ele precisa ser compatível com o já alocado no sistema hidráulico do carro. Caso o nível do óleo torne a abaixar, ao invés de completar de novo, pode ser uma ideia melhor seguir direto para um mecânico, a fim de fazer uma investigação cuidadosa do que pode estar acontecendo — na maioria dos casos, é vazamento.

Exercer uma revisão de veículos de vez em quando também não faz mal. Em geral, a cada 50 mil quilômetros rodados é necessário fazer uma checagem geral no carro — inclui-se aí a direção hidráulica.

Problemas comuns com essa direção

Como toda peça ou sistema mecânico, a direção hidráulica está totalmente suscetível a sofrer com falhas ou necessidade de manutenção. Nesse caso, a melhor coisa a se fazer, primeiramente, é não se desesperar. Felizmente, todo veículo possui uma espécie de “sistema reserva” de direção. Quando a hidráulica não funciona, a convencional entra em cena.

No entanto, para não empurrar esse problema com a barriga, é uma ótima ideia visitar uma mecânico de confiança, a fim de obter um diagnóstico mais detalhado sobre os problemas envolvidos. Pode ser desde a falta de óleo no sistema até o desgaste de pneus ou desbalanceamento das rodas — sim, esses fatores influenciam e muito na direção.

Para funcionar adequadamente, o sistema de direção hidráulica não pode estar largado pelo proprietário do carro. Caso isso aconteça, perde-se um ótimo recurso que o veículo oferece ao motorista para ele ter mais conforto e dirigibilidade com o seu automóvel.

Vale a pena colocar a direção hidráulica no meu carro?

Como já citado em outro tópico desse texto, a maioria dos carros, hoje em dia, já saem de fábrica com a direção hidráulica contida. No entanto, há sempre aqueles casos em que o motorista prefere comprar sem o equipamento, a fim de gastar menos. Em tal situação, há até quem decida colocar o sistema hidráulico no carro de forma particular, sem a supervisão do fabricante.

Por mais que existam mercados paralelos que vendam as peças de forma independente por custos até mesmo abaixo dos praticados pelas montadoras, essa pode não ser uma boa ideia. Realizando esse processo, perde-se a garantia do veículo junto ao fabricante, além deixar com que o carro perca ainda mais potência do que poderia.

Caso o seu carro tenha uma direção convencional, a melhor opção, caso queira trocar para a hidráulica, é vendê-lo e comprar algum modelo que possua o adicional de fábrica. Felizmente, fazer isso pela Instacarro é fácil. Recebendo o pagamento no mesmo dia, o proprietário logo fica livre para procurar por um novo veículo!

Venda o seu carro em 3 passos!

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