Cuidado com os carros com mais de 100 mil km rodados!

07/01/2018 carros com mais de 100 mil km rodados

Em tempos de alta do mercado de carros usados, é difícil trocarmos de modelo sem considerar alguma opção do ramo. Até os carros com mais de 100 mil km rodados são observados. Mesmo possuindo alta quilometragem, eles podem, dependendo do estado de conservação, serem boas opções de negócio.

No entanto, é importante conhecer alguns riscos envolvidos na compra de carros com tamanha rodagem. Como é de se esperar, mais riscos de falhas mecânicas estão envolvidos em veículos que passam de uma certa quilometragem.

Confira o post abaixo da Instacarro e saiba mais sobre carros com mais de 100 mil km rodados para se preparar para alguma negociação futura!

Compensa comprar carros muito rodados?

De tempos em tempos, começamos a pensar se vale a pena ou não trocar o nosso carro. Normalmente, um proprietário fica com o seu veículo em torno de quatro a seis anos. Após isso, começa a busca por boas oportunidade de mercado para adquirir um outro modelo. Para casos como esse, será que vale a pena considerar carros com alta quilometragem?

Eis uma questão que pensamos com frequência quando queremos trocar de modelo. Veículos usados, naturalmente, possuem um preço menor do que as versões mais novas. Com isso, preços de carros bem equipados e usados acabam sendo parecidos com os de carros mais novos.

No entanto, com carros com mais de 100 mil km rodados a situação é um pouco diferente. Tal quilometragem faz com que os veículos sejam considerados muito utilizados. Porém, vale a pena lembrar que a qualidade de um carro não depende da idade ou rodagem, e sim dos cuidados que o dono anterior teve.

Nesse sentido, dizer se compensa ou não comprar um veículo muito rodado varia muito de situação para situação. É totalmente possível que carros com mais de 100 km rodados estejam em melhor estado de conservação do que outro com menos da metade da sua rodagem.

Para não haver dúvidas, é crucial a checagem de todos os comprovantes de manutenção de carro feito no modelo muito rodado em questão.

Riscos de se comprar um carro com mais de 100 mil km rodados

É importante saber que comprar carros usados sempre vai ter algum risco envolvido. Veículos novos saem direto da fábrica das montadoras — nesse caso, o máximo que rodaram foi de uma vaga a outra dentro da garagem da concessionária.  Já os usados podem ter andado muito desde o momento em que foram comprados.

Isso implica em possíveis problemas na mecânica do veículo, bem como a chance de haver acidentes envolvendo-o. O dono pode ser a pessoa mais cuidadosa do mundo com o seu carro, mas, mesmo assim, o automóvel sofreu desgaste em suas peças. A desvalorização do veículo acontece assim que ele põe a roda fora da concessionária.

Nesse sentido, a revisão de veículos é importantíssima para os dois lados da moeda. Quanto ao proprietário, o check-up garante que o carro fique nos trinques por mais tempo, além de reparar as peças necessárias.

Para quem quer comprar o automóvel, os certificados de revisão dão confiança para acreditar que está tudo em ordem com o carro em questão.

Após os 60 mil quilômetros de rodagem, a possibilidade de problemas mecânicos nos veículos começa a ser maior. Mesmo bem conservados, carros com mais de 100 km rodados correm o risco de, a qualquer momento, sofrer alguma falha — relativamente comum nessa faixa.

Tratando-se de veículos com muita quilometragem, os maiores riscos estão relacionados a sua composição estrutural e mecânica. Mesmo os automóveis dessa categoria em ótimo estado de conservação estão sujeitos a apresentar problemas uma hora ou outra.

Qual a quilometragem ideal para vender o meu carro?

Para trocar de veículo, há quem busque carros usados com quilometragem ideal, a fim de ter certeza de que o negócio a ser feito não é uma furada. No entanto, utilizar esse termo, “quilometragem ideal”, pode acabar sendo errôneo por parte dos consumidores. Em muitos casos, o quão rodado é o carro não influencia na qualidade da sua mecânica.

Porém, se a quilometragem não diz o quão valiosa a estrutura do carro é, podemos utilizá-la para nos basear em algumas situações. Por exemplo: é comum afirmarem que o ideal é ficarmos com um veículo até ele completar 60 mil km rodados — após isso, a chance de problemas aumenta, como já citamos anteriormente.

Além disso, estipula-se que a média de km por ano seja de 12 mil quilômetros. Isso ajuda a saber o quanto o proprietário utiliza o seu carro durante um ciclo determinado. No entanto, é importante ressaltar que, tratando-se de altas quilometragens, outro fator deve ser considerado: a finalidade do uso do veículo.

Carros utilizados apenas na cidade tendem a ter rodado por uma distância menor. Porém, o tráfego intenso do dia a dia dos trechos urbanos podem acabar prejudicando muito a mecânica e o motor do veículo.

Já os automóveis destinados a viagem podem acabar tendo uma quilometragem maior, pois rodam em estradas. Entretanto, por não costumarem rodar no trânsito intenso das cidades, é capaz que a sua mecânica esteja melhor conservada.

Portanto, conclui-se que não há, de fato e precisamente, uma quilometragem ideal para se vender ou comprar um carro. Depende muito da sua finalidade e, também, dos cuidados frequentes realizados no veículo.

É possível vender os carros com mais de 100 mil km rodados?

Aqueles que possuem carros com mais de 100 mil km rodados e sabem dos riscos envolvidos em se adquirir um, podem acabar se perguntando: “é possível vender o meu automóvel, que já possui uma certa idade e é muito rodado?”. Quanto a isso, não se preocupe, há uma solução: vender o seu carro com a Instacarro!

Vendemos o seu carro pelo melhor preço possível baseado no valor de mercado dele. Independentemente do ano, quilometragem e estado de conservação, conseguimos um comprador em alguma das mais 1.500 concessionárias de todo o Brasil em nossa rede.

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